A Académica de Coimbra atravessa uma grave crise financeira que afeta diretamente o elenco profissional que disputa a Liga 3. Os jogadores da Briosa alegam ter dois meses de salários em atraso, sendo que alguns atletas têm apenas um mês pendente. A situação é ainda mais preocupante considerando que a maioria dos jogadores só recebeu os vencimentos em maio.
Além dos atrasos salariais, a situação se agravou com a descoberta de irregularidades nos valores comunicados à Segurança Social pelo clube coimbrão, o que gera ainda mais insegurança entre os atletas.
O cenário de incerteza se intensificou após a mudança na presidência da Académica. Miguel Ribeiro deixou o cargo e foi substituído por Joaquim Reis, que assumiu a presidência no dia 12 de junho. A troca no comando deixou os jogadores apreensivos, com temores de que as verbas em atraso não sejam regularizadas sob a nova gestão.
A crise financeira representa um desafio significativo para os Estudantes, que precisam resolver urgentemente a situação para manter a estabilidade do elenco e dar continuidade aos trabalhos na Liga 3. A regularização dos pagamentos será fundamental para que o clube possa se concentrar nos aspectos esportivos da temporada.




























































